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Tribunal de Justiça legitima genocídio dos negros

Escrito por master.

Racismo 2"Quando um tribunal de justiça decide aplicar, como em uma humilhação pública no pelourinho, a desqualificação do ser humano não branco, se confirma a institucionalização do racismo e a legitimação do genocídio dos negros. É urgente se colocar visceralmente em oposição a este que tem sido o maior genocídio brasileiro. O qual, juntamente com o etnocídio e o feminicídio, é a estrutura central das formas de dominação e violência."

Por Edson Teles.
https://blogdaboitempo.com.br/

Em junho de 2013 era detido no Centro do Rio de Janeiro, em meio às manifestações contra o aumento das tarifas, Rafael Braga. Catador de material reciclável, Rafael estava próximo ao “local do crime”, apesar de não participar dos protestos, e carregava consigo duas garrafas de produtos de limpeza. Sob a alegação de porte de coquetéis molotov ele foi detido por policiais militares e a Justiça ordenou sua prisão provisória com posterior julgamento. Ao final (como se este tipo de acontecimento tivesse fim) foi condenado a 5 anos de detenção com sentença fundamentada no depoimento de um policial. As provas técnicas, favoráveis ao réu ou desqualificantes da acusação, foram desconsideradas nos laudos ajuntados ao processo. Rafael é negro, pobre, favelado. Como não poderia ser ele o criminoso?

EDUCAÇÃO E POLÍTICA - O desmonte da universidade pública e branqueamento cultural: outra estratégia do genocídio

Escrito por master.

CortesO branqueamento cultural como complemento do genocídio é um ponto de partida interessante para compreender os ataques ao direito à educação materializados pela operação de desmonte das universidades públicas estaduais e federais em curso e cujas consequências já são sentidas com maior intensidade pelos setores mais excluídos

Por: Andréia Moassab, Marcos de Jesus e Vico Melo
diplomatique.org.br/

Sem dúvida, as contribuições de Abdias Nascimento, intelectual e político negro brasileiro, são de fundamental importância à formulação de um quadro mais geral de interpretação a respeito dos retrocessos sociais acelerados pelo golpe civil-parlamentar travestido de impeachment em 2016. Abdias não se limitou a constatar o mais óbvio da violência que recai sobre grupos historicamente marginalizados como o das pessoas negras, a seletividade do direito penal ou sua exclusão do mercado de trabalho, por exemplo, mas almejou descrever e teorizar as artimanhas e as nuances de um poder cujas engrenagens se plasmam em diferentes estratégias de exclusão simbólica e cultural dos sujeitos por ele subalternizados. Algo assim tornou possível discutir, já nos finais da década de 1970 e em plena ditadura militar, o extermínio físico da população negra, afrodescendente e indígena atrelado ao embranquecimento cultural como a face oculta ou pouco debatida desse extermínio, sua condição de possibilidade. Nisso parece estar sua contribuição maior: o reconhecimento da estreita e íntima relação entre a modernidade capitalista e a racionalidade do extermínio (colonialismo), sendo aquela alimentada por esta.

A discreta emergência dos Bancos de Tempo

Escrito por master.

ArteEm meio a um capitalismo que produz cada vez mais desigualdade e dominação, surge um sistema, não mercantil e igualitário, para trocar serviços e desalienar parcialmente o trabalho

Por Valerie Vande Panne | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Vanessa Van Gasselt
http://outraspalavras.net/

Vivemos numa sociedade capitalista. Os bancos estão por toda parte, e frequentemente parece que não pode haver vida sem dinheiro e crédito. O abismo entre os que têm e os que não têm aumenta. E a desigualdade econômica explode em toda parte.

Mas surgem, aos poucos, alternativas. Em muitos lugares, as pessoas estão usando um sistema de trocas que requer algo que todos, de alguma maneira, têm igualmente, e sempre: o Tempo.

O Império na era dos escombros

Escrito por master.

EscombrosÀs voltas com sua própria decadência, EUA agem para inviabilizar outros países. Depois do Oriente Médio, Coreia e Irã estão na mira. Que revela esta obsessão pela ruína?

Por Tom Engelhardt | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Thornton Dial
http://outraspalavras.net/

Você se lembra. Era para ser guerra do século 21, estilo norte-americano: precisa além da imaginação; bombas inteligentes; drones capazes de eliminar um ser humano cuidadosamente identificado e rastreado praticamente em qualquer lugar da Terra; incursões de operações especiais tão exatamente precisas que representariam um triunfo da ciência militar moderna. Tudo “em rede”. Era para ser um sonho glorioso de destruição limitada combinada com poder e sucesso ilimitado. Na realidade, provou ser um pesadelo de primeira ordem.

Falta o saneamento, aumentam as mortes

Escrito por master.

SaneamentoOs investimentos em saneamento básico no Brasil estão em menos de 2 terços do necessário e em queda livre nos últimos dois anos

*Washington Novaes
http://envolverde.cartacapital.com.br/

A cada vez que se divulgam números sobre os serviços de saneamento urbano no País, crescem as preocupações. Agora, as informações são (Estado, 10/7) de que quase metade da população nacional não é atendida pela rede de esgotos – ou seja, perto de 100 milhões de pessoas – e quase 20%, perto de 40 milhões, não tem fornecimento de água nos domicílios. Para completar, mais de um terço de toda a água distribuída se perde no meio do caminho. E a causa de todos os problemas é a falta de investimentos.