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A discreta emergência dos Bancos de Tempo

Escrito por master.

ArteEm meio a um capitalismo que produz cada vez mais desigualdade e dominação, surge um sistema, não mercantil e igualitário, para trocar serviços e desalienar parcialmente o trabalho

Por Valerie Vande Panne | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Vanessa Van Gasselt
http://outraspalavras.net/

Vivemos numa sociedade capitalista. Os bancos estão por toda parte, e frequentemente parece que não pode haver vida sem dinheiro e crédito. O abismo entre os que têm e os que não têm aumenta. E a desigualdade econômica explode em toda parte.

Mas surgem, aos poucos, alternativas. Em muitos lugares, as pessoas estão usando um sistema de trocas que requer algo que todos, de alguma maneira, têm igualmente, e sempre: o Tempo.

O Império na era dos escombros

Escrito por master.

EscombrosÀs voltas com sua própria decadência, EUA agem para inviabilizar outros países. Depois do Oriente Médio, Coreia e Irã estão na mira. Que revela esta obsessão pela ruína?

Por Tom Engelhardt | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Thornton Dial
http://outraspalavras.net/

Você se lembra. Era para ser guerra do século 21, estilo norte-americano: precisa além da imaginação; bombas inteligentes; drones capazes de eliminar um ser humano cuidadosamente identificado e rastreado praticamente em qualquer lugar da Terra; incursões de operações especiais tão exatamente precisas que representariam um triunfo da ciência militar moderna. Tudo “em rede”. Era para ser um sonho glorioso de destruição limitada combinada com poder e sucesso ilimitado. Na realidade, provou ser um pesadelo de primeira ordem.

Falta o saneamento, aumentam as mortes

Escrito por master.

SaneamentoOs investimentos em saneamento básico no Brasil estão em menos de 2 terços do necessário e em queda livre nos últimos dois anos

*Washington Novaes
http://envolverde.cartacapital.com.br/

A cada vez que se divulgam números sobre os serviços de saneamento urbano no País, crescem as preocupações. Agora, as informações são (Estado, 10/7) de que quase metade da população nacional não é atendida pela rede de esgotos – ou seja, perto de 100 milhões de pessoas – e quase 20%, perto de 40 milhões, não tem fornecimento de água nos domicílios. Para completar, mais de um terço de toda a água distribuída se perde no meio do caminho. E a causa de todos os problemas é a falta de investimentos.

Para uma história do anticomunismo no Brasil

Escrito por master.

Anticomunismo1“Fake News”. Falso moralismo político. Busca da “democracia” por meio de golpes. Como as táticas atuais da propaganda de direita requentam as dos anos 1960

Por Eduardo Migowski

http://outraspalavras.net/

“O Brasil precisa de você” e “A Máquina Comunista” são dois documentários brasileiros de teor antissocialista. A mensagem de ambos é praticamente a mesma: “há um perigo iminente que precisa ser extirpado. Caso contrário, o Brasil caminhará para uma ditadura totalitária e sanguinária.” A corrupção, a desordem e a crise econômica e institucional seriam as provas inequívocas da ameaça que ronda a sociedade.

No primeiro caso, “O Brasil precisa de você”, o narrador faz um convite direto ao telespectador, convocando-o para participar de forma ativa na sociedade. A missão proposta seria a conformação de uma “nova democracia” no Brasil.

Dowbor: como as corporações cercam a democracia

Escrito por master.

LobosRadiografia de um sequestro: banqueiros e megaempresários colonizam os partidos, compram acordos no Judiciário, comandam mídia e extraem dinheiro dos Tesouros. Haverá saída?

Por Ladislau Dowbor
http://outraspalavras.net/

“A política mudou de lugar: a globalização desafia radicalmente
os quadros de referência da política, como prática e teoria”
Octávio Ianni [2]

“Capture is more subtle and no longer requires a transfer of funds,
since the politician, academic or regulator has started to believe
that the world works in the way that bankers say it does”
Joris Luyendijk [3]

Olhar o século 21 pelas lentes do século passado não ajuda. Quando pensamos o mundo da economia, pensamos ainda em interesses econômicos e mecanismos de mercado. A política, o poder formal, os impostos, o setor público em geral representariam outra dimensão. Não é nova a ruptura destas fronteiras, a penetração dos interesses de grupos econômicos privados na esfera pública. O que é novo, é a escala, a profundidade e o grau de organização do processo. O que já foram deformações fragmentadas, penetrações pontuais através de lobbies, de corrupção e de “portas-giratórias” entre o setor privado e o setor público se avolumaram, e por osmose estão se transformando em poder político articulado em que o interesse público é que aflora apenas por momentos e segundo esforços prodigiosos de manifestações populares, de frágeis artigos na mídia alternativa, de um ou outro político independente. O poder corporativo tornou-se sistêmico, capturando uma a uma as diversas dimensões de expressão e exercício de poder, e gerando uma nova dinâmica, ou uma nova arquitetura do poder realmente existente.