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Goiás, Pará e Espírito Santo querem privatizar gestão de escolas públicas

Escrito por master.

Ensino PrivadoModelo usa organizações sociais para livrar governadores do dever de casa e é inspirado em experiência pernambucana que já não deu certo

por Cida de Oliveira e Tiago Pereira / http://www.redebrasilatual.com.br/

Criado em 1825, o Ginásio Pernambucano, em Recife, é o colégio mais antigo do país em funcionamento. Ali estudaram o economista Celso Furtado, os escritores Ariano Suassuna e José Lins do Rego e o empresário das comunicações Assis Chateaubriand.

Outro diferencial da escola estadual é ser a primeira gerida pela iniciativa privada. Em 2004, depois de reformada, foi reinaugurada como Centro de Ensino Experimental, um projeto idealizado por empresários da multinacional holandesa Philips, da Tintas Coral, do Eurobank e da empresa de capital misto do setor elétrico Chesf. Com apoio de outras, essas companhias criaram em 2000 o Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE).

Brasil: Universidade sem Tecnologia?

Escrito por master.

Burocracia 5Burocratizadas e inertes, instituições entregam a Google e Microsoft serviços pedagógicos e comunicacionais estratégicos. Na era da Economia do Conhecimento, país pode conformar-se à submissão.


Por Rafael Evangelista // http://outraspalavras.net/


Cansadas dos ataques e dos constantes cortes de verba, as universidades públicas parecem não querer mais existir. Mantêm o mínimo, mas vão fazendo cortes lentos que implicam, na prática e no médio prazo, na cessão para parceiros privados de várias coisas que as definem, que historicamente fazem parte da sua missão. Com isso, vão abdicando de sua autonomia intelectual e de implementação de tecnologias orientadas de acordo com seus princípios públicos.

O que ensinam os livros didáticos franceses sobre o Rio de Janeiro?

Escrito por master.

RioLivros didáticos franceses reforçam as fronteiras simbólicas que demarcam o mundo entre riqueza e pobreza, modernidade e atraso tecnológico, luxo e miséria.

Leonardo Moreira Ulhôa* www.cartamaior.com.br

É inegável que uma das representações que abrem caminhos para a visibilidade do Rio de Janeiro no cenário mundial está associada ao inusitado imaginário do samba e do carnaval. Aliás, sob a égide do olhar estrangeiro reina a crença generalizada de uma cidade desprovida de preconceitos e, por amálgama, cercada de glamourosas paisagens naturais. Trata-se, em termos simples, de um lugar quase impossível de não se amar.

Como educadores, não podemos aceitar a Escola sem Partido

Escrito por master.

EPNão podemos aceitar um projeto de lei que cerceia a liberdade de pensamento e contribui para criar indivíduos acríticos e alheios ao pensamento

por Soraya Smaili // http://www.cartacapital.com.br/

Outro dia escrevi nesta coluna sobre o orgulho que tenho de ser cientista em meu país. Contei um pouco desta trajetória e da minha escolha em viver e produzir ciência e desenvolvimento aqui, no Brasil.

Recebi inúmeras mensagens de apoio e cumprimentos orgulhosos, representando muitos dos brasileiros cujos anseios e desejos, como disse Deutscher, "são os mesmos, não importando a raça, a religião ou a nação".

Gustavo Castañon desmonta editorial do Globo contra universidade pública: Uma farsa, do título ao último pagrágafo

Escrito por master.

Globo

por Gustavo Castañon, especial para o Viomundo // http://www.viomundo.com.br/

No último domingo, 24 de julho, menos de uma semana após a presidenta do Chile, Michelle Bachelet, ter instituído a gratuidade do ensino universitário em instituições públicas (antiga luta da juventude lá), o jornal O Globo, sempre na vanguarda do atraso brasileiro, publicou  editorial  no sentido oposto.

Sofismas e mentiras. Uma farsa do início ao fim, que vamos desmontar aqui, parágrafo por parágrafo. Começando pelo título: