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Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula

Escrito por master.

QuadroA escola democrática encontra-se sob múltiplos ataques. Um dos mais graves é o Programa Escola Sem Partido.

Fernando de Araújo Penna // http://cartamaior.com.br/

Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Constituição Federal de 1988)

Carta aberta à deputada distrital Sandra Faraj

Escrito por master.

ElaSenhora deputada, 

Os motivos de escrever-lhe esta carta são dois.

  O primeiro se justifica pelo fato de tê-la como representante do povo, em nossa Casa Legislativa. Não por ter tido, entre seus eleitores, o meu voto, esse jamais o daria à senhora, mas pela simples tolerância democrática que devo ter com quem foi escolhida para legislar em nome de todos da nossa cidade por quatro duros anos.

 O segundo motivo é a respeito do Ofício nº 008/2016-GAB18, de 21 de junho último, dirigido ao Diretor do Centro Educacional nº 6 de Ceilândia. Este é um motivo especial, dado o teor do documento, que trata de pedido de esclarecimento sobre algo absolutamente relevante para a sociedade e para uma legisladora. No caso, a senhora.

Reprovação Escolar: consenso pelo fracasso

Escrito por master.

Nonato Menezes

ReprovaçãoO fracasso do nosso Ensino Básico chega a ser acintoso. Como é acintosa, em suas iniquidades, a própria sociedade brasileira. Difícil, porém, querer negar certo determinismo histórico como uma das causas irremediáveis das nossas mazelas educacionais. A despeito disso, é inquietante convivermos com a falta de vontade, de ausência de desejos e esforços mínimos necessários dos que governam as coisas do País para supera-las, pelo menos no nível de outras nações pobres ou mais pobres que a nossa foram capazes de fazer.

Caráter político do estudo da história do Brasil

Escrito por autor.

História do BrasilIraci del Nero da Costa * / / http://port.pravda.ru/

No período colonial o que movia as camadas dominantes estabelecidas no Brasil era, como sabido, a produção em larga escala de mercadorias destinadas ao comércio internacional.

Com respeito à mão de obra, por inexistência de alternativa economicamente aceitável e politicamente viável, impôs-se o escravismo ao qual aliaram-se, dada a larga oferta de fatores, a ação predatória, e, à falta de um acicate de ordem econômica que as incentivasse, a ausência de inovações técnicas.

A desvalorização do trabalhador direto (escravos, artesãos e trabalhadores livres) e do próprio trabalho enquanto categoria socioeconômica viu-se fortemente condicionada pelo emprego da força de trabalho cativa, social e economicamente depreciada, e pelo fato de a burguesia brasileira ter-se formado sem um contato imediato com a produção e por não depender, do ponto de vista econômico, da demanda gerada pela massa de trabalhadores, pois, como avançado, a parcela da produção que cabia à elite dominante destinava-se, sobretudo, ao grande mercado mundial consumidor de bens tropicais.

Educação básica ruim joga Brasil no grupo dos 'lanternas' em ranking de capital humano

Escrito por autor.

Educação

Thiago Guimarães - @thiaguimada BBC Brasil em Londres /29 junho 2016 http://www.bbc.com/

A má qualidade da educação de base jogou o Brasil para baixo na nova edição do "Relatório Sobre o Capital Humano", estudo do Fórum Econômico Mundial sobre o êxito dos países em preparar sua gente para criar valor econômico.

O Brasil ficou em 83º lugar entre 130 países. Dono da oitava maior economia do mundo, pontuou menos que países da América Latina e Caribe de menor desenvolvimento relativo, como Uruguai (60º), Costa Rica (62º), Bolívia (77º) e Paraguai (82º). Cuba, na 36ª posição, lidera na região.

Calculado desde 2013, o chamado Índice de Capital Humano compara 130 países e uso do potencial de capital humano.

Sintetiza indicadores de ensino, capacitação e emprego disponíveis a cinco grupos etários diferentes (menos de 15 anos a mais de 65 anos), como qualidade de escolas primárias, taxa de desemprego e treinamento no trabalho.