Banner Página Inicial

Divulgação

  • AgresteLogo
  • Divulgação3
  • RWEP

ANTIDEMOCRÁTICOS - Conselhos estaduais excluem sociedade civil das decisões na educação

Escrito por master.

Conselhospor Malú Damázio, da RBA - Arte: Júlia Lima.
http://www.redebrasilatual.com.br/

Levantamento da RBA constatou que apenas 29,6% dos conselhos preveem a existência de cadeiras para representantes de pais e alunos.

São Paulo – A composição dos conselhos estaduais de educação (CEE) brasileiros é pouco representativa e não garante participação da sociedade civil. Um levantamento feito pela RBA constatou que apenas 29,6% do total de colegiados preveem em sua estrutura a participação de estudantes matriculados na rede de ensino e seus pais ou associações que os representem.
As entidades, em sua maioria, são responsáveis por regulamentar o ensino e autorizar a criação de instituições escolares nos estados da federação.

EDUCAÇÃO - Lousa, giz e chumbo

Escrito por master.

Escola e chumboSubfinanciamento da escola pública e privatização do setor estão entre os principais legados das políticas educacionais da ditadura.

por Cida de Oliveira e Sarah Fernandes
http://www.redebrasilatual.com.br/

Em meio a um emaranhado de fusões de escolas e concentração de conglomerados universitários, o ensino superior privado brasileiro segue de vento em popa. Um levantamento da consultoria Hoper Educação, com base em dados de 2013, constatou crescimento de faturamento de 30% entre 2011 e 2013, de R$ 24,7 bilhões para R$ 32 bilhões. Conforme a consultoria, estão matriculados hoje no ensino superior privado 5 milhões de alunos.

EDUCAR IMPARCIALMENTE, UM DESEJO INTOLERANTE

Escrito por master.

AvicenaMedo da política nas escolas, expresso no programa “Roda Viva” e num projeto de lei, não tem a ver com parcialidade, mas com temor a opiniões divergentes.


Por Diogo Quirim / http://outraspalavras.net/


O programa Roda Viva, apresentado pela TV Cultura em 8 de junho, entrevistou o atual Ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro. Próximo ao fim do programa, João Gabriel de Lima, diretor de redação da revista Época, após traçar críticas à crescente radicalização e polarização na política brasileira, perguntou: “Por que PT e PSDB mantêm o debate público em um nível tão baixo?”.
Ainda: “O que a educação pode fazer para ensinar o convívio dos contrários?”.

Sobre universidades, princípios e dinheiro

Escrito por master.

DinheiroComo as corporações aproveitam-se da insegurança e hesitação dos estudantes para colocá-los em postos bem-remunerados, porém medíocres. Por que é possível resistir.


Por George Monbiot | Tradução Inês Castilho / http://outraspalavras.net/


Buscar iluminação, intelectual ou espiritual. Fazer o bem. Amar e ser amado. Criar e ensinar. Estes são altos propósitos da humanidade. Se há sentido na vida, encontra-se aqui.
Aqueles que são graduados pelas melhores universidades têm mais oportunidades que a maioria de se identificar com tais propósitos. Por que, então, tantos acabam em empregos destrutivos e sem sentido? Finanças, consultoria administrativa, publicidade, relações públicas, lobbies: essas e outras ocupações inúteis capturam milhares dos estudantes mais brilhantes. Graduar-se para assumir esses postos, como muitos fazem todos os anos, é amputar a vida próximo à raiz.

A dupla face do Estado de Exceção: A suspensão da lei e o banimento da política

Escrito por master.

Leihttp://www.carosamigos.com.br/ Por Emiliano José e Ariadne Barreto

Friedrich Von Hayek, precursor do neoliberalismo, particular maneira de o capitalismo enfrentar crises na contemporaneidade, pretendia defrontar-se teoricamente com o keynesianismo. Munido do arsenal teórico de Keynes, o capitalismo enfrentou suas crises desde 1929. Isso resultou na chamada Era de Ouro, com seu modelo do Estado de Bem-Estar, cuja presença ganhou consistência na Europa pós Segunda Guerra Mundial.

Hayek foi autor de livro famoso – The Road to Serfdom. Obra mais polêmica dele, “O caminho da servidão” serviu como arma de combate ao Partido Trabalhista Inglês, escrito às vésperas das eleições de 1945, vencidas pelos trabalhistas. Um libelo contra o socialismo, acolhido com êxtase nos EUA, publicado em capítulos pela Reader`s Digest. A Europa o recebeu friamente. Era mais keynesiana, malgrado Roosevelt e seu New Deal nos EUA, ancorado no economista britânico.