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Quem derrotou o Japão foi Stálin

Escrito por master.

Bombahttp://port.pravda.ru/ Ward Wilson, Foreign Policy

Japão não foi derrotado por uma bomba, nem por duas bombas, nem pelos EUA: Quem derrotou o Japão foi Stálin

Será que 70 anos de política nuclear norte-americana são baseados numa mentira?

O emprego de bombas atômicas pelos EUA contra o Japão na 2ª Guerra Mundial há muito tempo é objeto de discussão apaixonada. De início, alguns questionaram a decisão do presidente Truman, de despejar duas bombas atômicas sobre Hiroxima e Nagasaki. Mas em 1965, o historiador Gar Alperovitz argumentou que, por mais que as bombas tenham apressado o fim da guerra, os líderes japoneses já havia decidido render-se com bomba ou sem, e provavelmente o teriam feito antes da invasão norte-americana planejada para 1º de novembro. A bomba portanto não foi fator decisivo e pode ter sido desnecessária. Obviamente, se as bombas não fossem necessárias para vencer a guerra, não há como 'salvar' a ideia dos ataques atômicos contra Hiroxima e Nagasaki. Nos 48 anos seguintes, muitos outros embarcaram na discussão: alguns ecoando o argumento de Alperovitz e denunciando os bombardeios; outros a repetir apaixonadamente que os bombardeios teriam sido morais e necessários, e "salvaram vidas".

Pisa em seu devido lugar

Escrito por master.

PisaPrograma Internacional de Avaliação de Estudantes é questionado como norteador de políticas públicas

Por Cinthia Rodrigues - http://www.cartanaescola.com.br/

Quando a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) começou a aplicar o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) em 2000, com o intuito de comparar “conhecimentos e habilidades” de jovens de 15 anos em diferentes países, causou breves protestos. No primeiro anúncio, professores e acadêmicos lamentaram que uma instituição formada por economistas se pusesse a dizer o que os alunos deveriam saber, medisse isso com uma única prova e comparasse contextos diferentes. Logo que os resultados saíram, os ânimos se acalmaram. A Finlândia, já mundialmente famosa por seu sistema educacional de alta qualidade, obteve a mais alta nota. Fazia sentido.

Goiás, Pará e Espírito Santo querem privatizar gestão de escolas públicas

Escrito por master.

Ensino PrivadoModelo usa organizações sociais para livrar governadores do dever de casa e é inspirado em experiência pernambucana que já não deu certo

por Cida de Oliveira e Tiago Pereira / http://www.redebrasilatual.com.br/

Criado em 1825, o Ginásio Pernambucano, em Recife, é o colégio mais antigo do país em funcionamento. Ali estudaram o economista Celso Furtado, os escritores Ariano Suassuna e José Lins do Rego e o empresário das comunicações Assis Chateaubriand.

Outro diferencial da escola estadual é ser a primeira gerida pela iniciativa privada. Em 2004, depois de reformada, foi reinaugurada como Centro de Ensino Experimental, um projeto idealizado por empresários da multinacional holandesa Philips, da Tintas Coral, do Eurobank e da empresa de capital misto do setor elétrico Chesf. Com apoio de outras, essas companhias criaram em 2000 o Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE).

Brasil: Universidade sem Tecnologia?

Escrito por master.

Burocracia 5Burocratizadas e inertes, instituições entregam a Google e Microsoft serviços pedagógicos e comunicacionais estratégicos. Na era da Economia do Conhecimento, país pode conformar-se à submissão.


Por Rafael Evangelista // http://outraspalavras.net/


Cansadas dos ataques e dos constantes cortes de verba, as universidades públicas parecem não querer mais existir. Mantêm o mínimo, mas vão fazendo cortes lentos que implicam, na prática e no médio prazo, na cessão para parceiros privados de várias coisas que as definem, que historicamente fazem parte da sua missão. Com isso, vão abdicando de sua autonomia intelectual e de implementação de tecnologias orientadas de acordo com seus princípios públicos.

O que ensinam os livros didáticos franceses sobre o Rio de Janeiro?

Escrito por master.

RioLivros didáticos franceses reforçam as fronteiras simbólicas que demarcam o mundo entre riqueza e pobreza, modernidade e atraso tecnológico, luxo e miséria.

Leonardo Moreira Ulhôa* www.cartamaior.com.br

É inegável que uma das representações que abrem caminhos para a visibilidade do Rio de Janeiro no cenário mundial está associada ao inusitado imaginário do samba e do carnaval. Aliás, sob a égide do olhar estrangeiro reina a crença generalizada de uma cidade desprovida de preconceitos e, por amálgama, cercada de glamourosas paisagens naturais. Trata-se, em termos simples, de um lugar quase impossível de não se amar.