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Racismo e Capitalismo - A Escravidão como base fundamental do Capitalismo

Escrito por master.

EscravidãoEduardo Pinho // http://esquerdadiario.com.br/

Por que não estudamos a história do Haiti? A importância de se estudar a história haitiana é nada mais que a importância de se resgatar nossa própria história, que sofre da alienação por um propósito bem específico, que é de retirar o conhecimento de nossas próprias forças.

“Eu não sou um homem e um irmão?”
“Eu não sou uma mulher e uma irmã?”

Campanha abolicionista britânica do final do século XVIII e início século XIX.

Gostaria de começar meu texto com um questionamento ao leitor: Por que não estudamos a história do Haiti? Ao leitor desavisado, fruto da educação nas escolas que enaltece a história “oficial” branca e das classes dominantes – que ainda hoje vigora mais do que nunca com o “Escola Sem Partido” - a minúscula porção de terra que faz divisa com a República Dominicana na América Central passa despercebia aos seus olhos, até mesmo dos que se interessam pela história do povo negro e das populações africanas.

Em busca da Internet perdida

Escrito por master.

TBLTim Berners-Lee, o criador da web, quer uma rede livre das megaempresas que controlam, capturam e vendem nossos dados vitais. Conheça o Solid, seu projeto de decentralização e autonomia radicais

Por David Weinberger*, no Digital Trends | Tradução: Gabriela Leite / http://outraspalavras.net/

Quando a World Wide Web decolou pela primeira vez, na metade dos anos 90, o sonho não era apenas grande, era distribuidor: todas as pessoas teriam sua própria homepage, todos iriam publicar seus pensamentos — isso não era chamado de “blog” até 1999 — e iriam ter posse de seus próprios dados, afinal ninguém estava oferecendo possuí-los por nós. A web consistia em nós, unidos por links, sem qualquer centro.

Alemanha torna gratuitas todas as universidades do país

Escrito por master.

Alemanhahttp://www.virandogringa.com.br/
Isso aí: toda as faculdades públicas dentro de território alemão são agora de graça. Não tem tuition fee.
 
Lembrando sempre que:
– ainda existem universidades particulares na Alemanha
 
– alunos sempre pagam taxas de administração, que podem variar de 150 a 300 euros por semestre. Mas é só.
Políticos alemães dizem que é injusto cobrar os jovens pela sua formação, afinal eles estão no começo da vida! E eles fazem isso para alfinetar Inglaterra e Estados Unidos, já que esses dois países criticam os alemães, mas cobram caríssimo por suas universidades.
 
Há menos de um ano que o “vizinho”, governo Britânico percebeu que a escalada da taxas escolares não chegaram a nada além de endividar os estudantes, a Alemanha já tinha decidido abolir as taxas de estudo de uma vez por todas, para todas as suas universidades. (Fonte)

A teoria inimiga e sabotadora da integração

Escrito por master.

EntreguismoCom o apoio irrestrito da imprensa hegemônica e cartelizada, a direita brasileira tenta impor agora o imaginário coletivo de uma crise no Mercosul.

Aram Aharonian // www.cartamaior.com.br

O governo golpista brasileiro, ainda sendo interino, tomou cores de ditadura no que diz respeito a aplicar a teoria dos fatos consumados e da intervenção nos assuntos internos dos demais países, com a intenção manifesta de ser um “sub império” regional, a serviço de Washington e dos interesses das grandes corporações multinacionais.

Com o apoio irrestrito da imprensa hegemônica e cartelizada regional e global, do governo strossnista paraguaio e da bipolar chancelaria argentina, a direita brasileira tenta impor agora o imaginário coletivo de uma crise no Mercosul, supostamente provocada pelo governo constitucional venezuelano, como forma de invisibilizar o principal problema da região, o novo golpe de estado no Brasil.

Os judeus e o descobrimento do Brasil

Escrito por master.

Judeushttp://port.pravda.ru/

Para compreendermos a situação, o caráter do judaísmo brasileiro e sua diversidade, devemos nos reportar ao seu passado mais longínquo, uma vez que os judeus estiveram presentes no território efetivamente desde sua descoberta.
O papel exercido pelos judeus na expansão e nas descobertas marítimas de Portugal é bastante conhecido, sendo que uma múltipla bibliografia encontra-se à disposição dos interessados no tema. A grande mudança deu-se no tempo de D. Henrique, cognominado o Navegador, quando este monarca, interessado pelas ciências cosmográficas, resolveu reunir em Sagres peritos e sábios que associassem seus conhecimentos à arte da navegação. Entre eles, destacava-se um mestre, Jacome, maiorquino, conhecido como "el judio de las brujulas" e sobre o qual pouco sabemos. O desenvolvimento do astrolábio, o aperfeiçoamento da bússola, das cartas marítimas e dos instrumentos náuticos foi um primeiro passo, ao qual se seguiu a criação da Junta dos Matemáticos, no tempo de D. João II, que incluía os nomes de José Vizinho e mestre Rodrigo, ambos físicos da Real Câmara, o alemão Martim Behaim e o cartógrafo Moisés. Vários destes sábios eram judeus, que se empenharam em descobrir um novo cálculo para as latitudes, pois os navegantes que naquela época se guiavam pela estrela Polar, somente podiam fazê-lo até a linha do Equador, pois após transposta esta última, a estrela perdia-se de vista e mergulhava no horizonte. Ao simplificar o astrolábio planisférico, eles produziram o astrolábio náutico e logo mais teriam as tabelas do Almanach Perpetuum que possibilitavam o cálculo das latitudes pela declinação solar, que por sua vez permitia uma orientação também para os navegantes que se dirigiam ao hemisfério sul.