Banner Página Inicial

Divulgação

  • RWEP
  • AgresteLogo
  • Divulgação3

De onde vem o conservadorismo?

Escrito por master.

ConservadorismoPor Mauro Luis Iasi. // https://blogdaboitempo.com.br/

“Atrás da aparente beleza, estão os assassinos em massa, a abolição da dignidade, os campos de trabalho forçado, a rejeição de toda a noção de liberdade e fraternidade. (…) [O comunista] é aparentemente inofensivo, será o seu mais querido amigo, o mais sincero, o mais leal… até o dia em que ele o assassinará pelas costas.”

(O GORILA, folheto anticomunista distribuído no interior das Forças Armadas como preparação para o Golpe de 1964)

Há um certo espanto com as recentes manifestações de direita no Brasil, como se fossem algo fora do lugar e do tempo, resquícios de um tempo obscuro que se esperava superado. Por outro lado, espantam-se os que crêem que tal fenômeno é absolutamente novo – daí os epítetos tais como “nova direita”, “onda conservadora” e outros. Acreditamos que o conservadorismo que se apresenta na ação política de direita não é algo do passado que se apresenta anacronicamente no cenário de uma democracia, nem algo novo que brota do nada.

Como a Bolívia acabou com o analfabetismo

Escrito por master.

BolíviaUm método transformador e o cuidado de estendê-lo a grupos antes esquecidos — deficientes e portadores de Down, por exemplo — ensinaram um milhão de adultos a ler e escrever

Por Fellipe Abreu e Luiz Felipe Silva, no Calle2 | Fotos por Fellipe Abreu // http://outraspalavras.net/

Um grupo de 40 idosos camponeses estava pronto para nos receber para acompanhar uma aula de alfabetização, na região rural da cidade periférica de El Alto, vizinha de La Paz. Estávamos lá para produzir uma reportagem sobre o método Yo Sí Puedo, programa de alfabetização cubano aplicado na Bolívia desde 2006 e que tornou o país um território livre do analfabetismo, segundo a Unesco.

Há algo podre na república das bananas

Escrito por master.

República das bananasO Parlamento caiu ao menor nível de credibilidade, o comando improvisado do Executivo é uma farsa e o Judiciário olhando a banda passar.

José Carlos Peliano* // www.cartamaior.com.br

Ao eleger os representantes políticos, nós o povo, eleitores, conscientes ou não de nossos votos, fazemos uma dupla aposta. Na verdade, supomos que funcione o sistema político instituído como também esperamos que os candidatos eleitos sejam, no mínimo, honestos, capazes e combativos.

Um cidadão comum que procura viver nesse mundo, conturbado por todos os lados, como de praxe, precisa trabalhar e ganhar sustento para si e/ou sua família. Seus deveres humanos, sociais e políticos já lhe cobram desde que começa a se entender como gente. Adulto digno e responsável.

Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Escrito por master.

Monsantohttp://port.pravda.ru/
A história da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência.
1. Sacarina. John Francisco Queeny fundou a "Monsanto Chemical Works", com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.
2. PCBs. Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

Pokémon e o sequestro do desejo

Escrito por master.

PokemonNovo jogo escancara: na vida urbana mediada pelo celular, as corporações definem o que nos falta — e nos vendem a reconfortante ilusão de que decidimos

Por Alfie Bown, na Roar  | Tradução: Inês Castilho // http://outraspalavras.net/

Este artigo tem um título clickbaity mas aponta uma questão simples e preocupante. Em 2010, o Google lançou aquilo que é hoje uma subsidiária muito importante, a Niantic Inc. A mega-empresa lança muitas filiais por ano e adquire outras, não há nada de especial nisso. A questão é: o caso da Niantic mostra que há mais do que desejo de poder econômico nesta expansão.