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O projecto militar dos Estados Unidos pelo mundo

Escrito por master.

PentágonoO projecto militar dos Estados Unidos pelo mundo

http://port.pravda.ru/

Enquanto todos os peritos concordam em considerar que os acontecimentos na Venezuela seguem o mesmo modelo que os da Síria, alguns contestaram o artigo de Thierry Meyssan sublinhando o ponto da sua interpretação de divergências atribuída aos Presidentes Maduro e Assad. O nosso autor responde-lhes. Não se trata aqui de uma querela de especialistas, mas, sim de um debate de fundo sobre a viragem histórica a que assistimos depois do 11-de-Setembro de 2001 e que condiciona a vida particular de todos. 

Eletrobrás: Crime da privatização

Escrito por master.

EletrobrásFoi golpe ou não foi golpe? Até os dias de hoje ainda há gente que resiste a aceitar a evidência dos fatos

Paulo Kliass*
http://www.cartamaior.com.br/

Foi golpe ou não foi golpe? Até os dias de hoje ainda há gente que resiste a aceitar a evidência dos fatos. A estratégia para aprovar o impedimento da Presidenta Dilma carregava consigo o atalho político-jurídico para colocar em prática o sonho dourado da turma do financismo. Depois de sucessivas derrotas nas eleições presidenciais de 2002, 2006, 2010 e 2014, finalmente as elites enxergaram uma janela de oportunidade para voltar ao poder sem a necessidade de voto popular.

Somos todos Espártaco

Escrito por master.

SpartacosEspártaco, no filme de Stanley Kubrik. Um dos objetivos centrais dos neoliberais, no debate de ideias atual, é dizer que a globalização precisa ser defendida — pois seria atacada tanto pela esquerda, quanto pela esquerda, quanto da direita…

Um livro recente revela: globalização tornou a riqueza e o poder tão concentrados como nos tempos de Roma antiga. Mas há gente — inclusive entre a esquerda — empenhada em dizer que o problema são os “populismos”

Por Nuno Ramos de Almeida

http://outraspalavras.net/

No ano 73 antes do nascimento de Cristo, e 106 anos antes da sua crucificação, o gladiador Espártaco liderou uma revolta de escravos que fez tremer Roma. Quase um terço da população da bota italiana era constituída por escravos. A insurreição aguentou dois anos e foi afogada num banho de sangue pelas tropas dirigidas pelo cônsul romano Marco Licínio Crasso. Foram crucificados seis mil escravos para servirem de exemplo de que qualquer veleidade de liberdade seria esmagada com sangue.

POVOS INDÍGENAS - Na Guiana Francesa, a corrida do ouro… e da Bíblia

Escrito por master.

GuianaEm 25 anos, a Guiana Francesa viu sua população dobrar. Ela se sente negligenciada pela metrópole, da qual depende para tudo, ou quase, e permanece economicamente isolada de seus vizinhos. Mas a porosidade de sua fronteira a torna permeável tanto ao tráfico de ouro como ao proselitismo evangélico. Na linha de frente, os indígenas apostam seu futuro como povo

Por: Elven Sicard
diplomatique.org.br/

Com reivindicações próprias, as organizações indígenas estiveram plenamente presentes na movimentação social ocorrida na primavera deste ano na Guiana Francesa. Sentindo-se esquecidos pelas autoridades públicas, os seis povos originários do território (entre 10 mil e 20 mil pessoas, segundo estimativas) convivem de perto com traficantes de ouro e sofrem a devastação do garimpo, tanto ambiental como em termos de segurança. Isso é particularmente grave entre os povos do interior, que se sedentarizaram a montante dos principais rios (wayanas no Alto Maroni, wajãpis no Alto Oiapoque e tekos em ambos os rios). Seu problema mais global se traduz em uma taxa de suicídio entre os jovens de oito a dez vezes maior que a média da Guiana Francesa.1 Essa situação, compartilhada em menor grau pelos povos costeiros (galibi, arawak-lokono e palikur), foi trazida a público em 2003, mas levou doze anos para que uma missão fosse enviada para lá.

Por que ser contra o pagamento do ensino universitário público?

Escrito por master.

UniversidadePor Roberto Kraenkel
http://jornalggn.com.br/

O pagamento de mensalidades pelo ensino universitário público no Brasil sempre vem à tona quando as universidades enfrentam problemas financeiros. A pergunta retórica que se ouve amiúde é : por que não cobrar de quem pode pagar? Pois bem, aqui vão algumas razões.

O que está em jogo quando se fala da cobrança pelo ensino público é muito mais do que uma questão financeira, que - de toda forma - é sempre momentânea. Trata-se, antes de mais nada, de aumentar o campo de influência dos valores (neo)liberais. Explico-me: ao tornar as universidades pagas, faz-se com que nelas se introduza uma nova escala de valores, uma escala monetária. Assim, com o passar do tempo certamente as melhores universidades quererão cobrar mais caro que outras – pois na ética neoliberal isto é absolutamente natural. Haverá diferença de preço entre cursos. E, internamente, haverá valorização de atividades que atraiam mais dinheiro para a universidade. Docentes mais populares ou que atraiam mais verbas tornam-se mais prestigiados. Estudantes transformam-se em clientes. Valores passam, portanto, a ser monetizados. O conteúdo ideológico é óbvio, levando a uma naturalização do conceito de que o valor em dinheiro é um fundamento ético adequado para todo tipo de decisões, não só universitárias.