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As raízes filosóficas da destruição do mundo

Escrito por master.

MundoAs corporações globais destroem o planeta. Mas apoiam-se numa ideia que nasce em Platão, cresce em Santo Agostinho e reverbera em Descartes: a de que a Alma, ou a Razão, devem vencer a Natureza e nossos sentidos

Por George Monbiot | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Sandro Boticelli, Agostinho de Hippo
https://outraspalavras.net/

Sabemos para onde estamos indo. Faz muitos anos os cientistas avisam que estamos explodindo os limites ecológicos da Terra. Sabemos bem que estamos no meio de uma ruptura climática e um colapso ecológico. Apesar disso, parecemos fisicamente incapazes de agir a partir desse conhecimento.

Relatório mostra que universidade particular no Brasil não produz conhecimento

Escrito por master.

Relatório1

http://cartacampinas.com.br/

O relatório Research in Brazildisponibilizado pela Clarivate Analytics à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e divulgado no último dia 17 de janeiro, mostra que as universidades particulares não produzem absolutamente nada de conhecimento relevante no Brasil.

A produção científica no país é dependente exclusivamente das universidades públicas. Recente relatório do Banco Mundial não levou em conta essa produção. A destruição das universidades públicas no Brasil, como está acontecendo com a UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), pode ser a destruição de todo o conhecimento científico que o país produz.

A arte neoliberal de se endividar para financiar a desconstrução do Estado

Escrito por master.

LiberalismoPor Aram Aharonian
https://www.cartamaior.com.br/

Os argentinos estão convencidos de que o pior ainda está por vir. Por enquanto, a economia – que está sendo manejada pelos empresários neoliberais – parece cavalgar direta e inexoravelmente no caminho de uma iminente tormenta, com exportações estancadas e importações aceleradas, enquanto as divisas vão se desvanecendo por fuga de capitais e turismo exógeno. Claro está que esses desmandos produzem uma conta, e quem a está pagando são os trabalhadores e os aposentados.

O quadro que encerra a triste realidade dos informes oficiais demonstra que a maior parte dos desbalanceamentos é financiado com emissão de dívida. Transcorridos dois anos de governo de Macri, quase ninguém discute que o nível e o ritmo de endividamento externo não são sustentáveis.

A luta do Judiciário brasileiro contra a esquerda

Escrito por master.

EsquerdaA confirmação da sentença contra Lula não prejudicaria apenas a credibilidade e eficácia do combate à corrupção, mas revelaria a inexistência do Estado de Direito no Brasil

Por Herta Däubler-Gmelin, El País
https://www.cartamaior.com.br/

Em 24 de janeiro de 2018, quer dizer, nesta quarta-feira, o TRF-4 de Porto Alegre deverá decidir sobre o recurso do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva contra a condenação imposta pela 13ª Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba. Conduzido pelo juiz federal Sérgio Moro, a corte de primeira instância, em 12 de julho de 2017, sentenciou o ex-presidente a uma pena de nove anos e meio pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A decisão do TRF-4 será importante sob vários aspectos: em primeiro lugar, por estar em discussão a correição da sentença do juízo de primeira instância e a qualidade dessa sentença segundo os padrões do Estado de Direito.

Zygmunt Bauman e a previdência social

Escrito por master.

BaumanA crise dos sistemas carcerários, as epidemias e a corrupção na política têm, para o sociólogo, semente na destruição dos sistemas de seguridade social

JORGE FÉLIX
http://www.paginab.com.br/

A morte de Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, surpreendeu por sua imensa força viral no ambiente das redes sociais. No entanto, como destacado por rara parte da imprensa, o pensamento de Bauman pode ser vítima de sua própria teoria marcada pelo conceito do “líquido” nas relações sociais da sociedade contemporânea. Para ele, o capitalismo dos nossos dias, mais do que “flexível”, é forjador de uma incapacidade brutal de cristalizar laços sociais no que quer que seja. No que diz respeito ao conhecimento, na “modernidade líquida” é difícil as pessoas adquirirem um entendimento profundo sobre um tema. Toda a busca de conhecimento passa a ser funcional e torna-se superficial. Foi assim com sua obra também. O conceito do “líquido” ganhou as rodas de conversas em universidades, bares, festas e poucos passaram dos títulos dos inúmeros livros do autor.