Banner Página Inicial

Divulgação

  • RWEP
  • Divulgação2
  • Divulgação3
  • Betterhelp

Legado de 1968: como uma revolução de esquerda ajudou os capitalistas a vencer

Escrito por master.

SZEmbora um imenso abismo separe a revolução social da década de 1960 dos protestos atuais, testemunhamos uma reapropriação semelhante da energia da revolta pelo sistema capitalista

Por Slavoj Zizek
https://www.cartamaior.com.br/

Os protestos de maio de 1968 transformaram o mundo ocidental. Hoje, quase 50 anos depois, está claro que o movimento supostamente de esquerda acabou ajudando o capitalismo a triunfar.

Embora um imenso abismo separe a revolução social da década de 1960 dos protestos atuais, testemunhamos uma reapropriação semelhante da energia da revolta pelo sistema capitalista.

Um dos slogans mais conhecidos pichados nos muros de Paris em 1968 era: "as estruturas não caminham pelas ruas", ou seja, não era possível explicar as grandes manifestações de estudantes e trabalhadores de 68 nos termos do estruturalismo. E é por isso que alguns historiadores até postulam 1968 como a data que separa o estruturalismo do pós-estruturalismo, que seria, segundo muitos, muito mais dinâmico e propenso a intervenções políticas ativas.

Uma aventura temerária

Escrito por master.

Vampirão1Ao envolver Exército numa intervenção esdrúxula, presidente quer embaralhar debate eleitoral e converter Segurança no grande tema. Militares aceitarão associar-se a governo corrupto, entreguista e impopular?

Por Lúcio Flávio Rodrigeus de Almeida
https://outraspalavras.net/

É altamente provável que os acontecimentos de ontem para hoje contribuam para superar um debate entre as forças populares e democráticas, inclusive entre os que se proclamam mais à esquerda: desde o processo de deposição da presidenta Dilma Rousseff, está em curso um golpe de Estado. E, apesar de suas inegáveis vitórias imediatas, os golpistas, até porque envolvidos em disputas nas quais se denunciam reciprocamente por práticas muito pouco republicanas, se desmoralizam cada vez mais.

As raízes filosóficas da destruição do mundo

Escrito por master.

MundoAs corporações globais destroem o planeta. Mas apoiam-se numa ideia que nasce em Platão, cresce em Santo Agostinho e reverbera em Descartes: a de que a Alma, ou a Razão, devem vencer a Natureza e nossos sentidos

Por George Monbiot | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Sandro Boticelli, Agostinho de Hippo
https://outraspalavras.net/

Sabemos para onde estamos indo. Faz muitos anos os cientistas avisam que estamos explodindo os limites ecológicos da Terra. Sabemos bem que estamos no meio de uma ruptura climática e um colapso ecológico. Apesar disso, parecemos fisicamente incapazes de agir a partir desse conhecimento.

Relatório mostra que universidade particular no Brasil não produz conhecimento

Escrito por master.

Relatório1

http://cartacampinas.com.br/

O relatório Research in Brazildisponibilizado pela Clarivate Analytics à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e divulgado no último dia 17 de janeiro, mostra que as universidades particulares não produzem absolutamente nada de conhecimento relevante no Brasil.

A produção científica no país é dependente exclusivamente das universidades públicas. Recente relatório do Banco Mundial não levou em conta essa produção. A destruição das universidades públicas no Brasil, como está acontecendo com a UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), pode ser a destruição de todo o conhecimento científico que o país produz.

A arte neoliberal de se endividar para financiar a desconstrução do Estado

Escrito por master.

LiberalismoPor Aram Aharonian
https://www.cartamaior.com.br/

Os argentinos estão convencidos de que o pior ainda está por vir. Por enquanto, a economia – que está sendo manejada pelos empresários neoliberais – parece cavalgar direta e inexoravelmente no caminho de uma iminente tormenta, com exportações estancadas e importações aceleradas, enquanto as divisas vão se desvanecendo por fuga de capitais e turismo exógeno. Claro está que esses desmandos produzem uma conta, e quem a está pagando são os trabalhadores e os aposentados.

O quadro que encerra a triste realidade dos informes oficiais demonstra que a maior parte dos desbalanceamentos é financiado com emissão de dívida. Transcorridos dois anos de governo de Macri, quase ninguém discute que o nível e o ritmo de endividamento externo não são sustentáveis.